DULCE, PERO NO SIEMPRE. MALAGUETA, PERO NO MUCHO.
Nesse espaço não há água insípida. Aqui o texto é potável. Há açúcar e pimenta, entre um gole e outro de palavra. O sujeito e o verbo reverberam e brincam de gangorra. É vivo. Colorido. Múltiplo. É uma dose de jornalês, inventividade y muchas cositas más! Fique à vontade!
Blog Widget by LinkWithin

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

I gotta felling... yeah!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Engraçadinhas





quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"mandou uma carta pra me avisar..."

Eu adoro a voz e o jeito dele. É meu preferido. E arrebentou muito nessa música. Meoo Deus!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

1ª sessão da análise

- Bom, na realidade sempre tive curiosidade de vir até aqui. Sempre quis me conhecer um pouco mais e acho que tu podes me ajudar nisso.
- ...
- Acho que sou bem normalzinha. Tenho 25 anos. Eu trabalho. Tô me formando. Nada na ficha criminal. Numa boa. Numa tranquila. Já tive cachorro e gato e nunca morreram por minha causa. Hehe! Plantas sim, mas, né. Quem que nunca matou uma coisa verde?!
- ...
- E tu? Trabalhas com isso há quanto tempo?
- !
- Ah... é tu que faz as perguntas né... sou eu que falo...desculpa... Hehe!
- ...
- Então...
- ...
- Tá, tá! O negócio é o seguinte: eu converso sozinha, sim! Fico toda hora fazendo conjecturas, planos e previsões. Também sou chata com a organização da casa. Gosto das coisas no lugar. Louça na pia me irrita! Odeio gente fumando perto de mim logo de manhã cedo. Não tenho paciência pra fazer social com quem não gosto. Odeio gente que se acha íntima. Não gosto que me prometam uma coisa e não cumpram.
- Hum...
- Sou aceleradinha, sabe? Talvez por isso eu seja impaciente. Eu não páro. Faço mil coisas ao mesmo tempo. Chego em casa à noite e ligo um motorzinho: lavo, passo, cozinho, limpo, tomo banho, faço as unhas, falo no ême-ésse-êne e ainda assisto tevê. Durmo tarde e no outro dia madrugo pra malhar. Sempre. Não gosto de gente lerda. Não gosto de gente dissimulada. Tenho dificuldade para confiar.
- Hum, unhun.
- Gosto de criar, inventar, escrever... mas, tipo, odeio gente sem personalidade, que copia, que não é capaz de fazer do seu jeito! Porra! Saí pra lá, sabe?! Vai te puxar aí sozinho, negrinho!
-...
- Minha TPM me deixa emotiva, sensível e necessitando de doces, sobretudo chocolate... mas, né. Toda mulher é assim, então nisso eu tô normal. Eu acho. Humm... deixa ver o que mais... ah, sim! Ansiosa. Eu sou ansiosa também. E... deixa ver: eu não gosto de gente que tem o senso de oportunidade muito aguçado, sabe. É... aqueles que se aproximam só quando precisam, entende?! E sou um pouco intolerante com gente que não respeita opiniões diferentes das suas e com gente que gosta de diminuir os outros pra se sentir maior... e bom... digamos que eu conheça um bocado de gente assim...
- Certo. Continuamos na próxima sessão.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Número 5


Dentro de pouco menos de 2 meses, o Gu e eu completaremos 5 anos juntos. Cinco anos. Pois é!

Pode parecer pouco ou até banal pra você que lê isso aí do seu computador, com a sua vida, as suas histórias, sua percepção. Mas, para quem é um dos donos desses cinco anos [como eu e ele] isso é um marco pra lá de importante.

Vendo fotos nossas, antigas e atuais, dá pra entender um pouco do que aconteceu conosco nesses anos: engordamos, emagrecemos, ganhamos uns cabelos brancos, mudamos o jeito dos nossos cabelos, estivemos bronzeados e brancões pra caramba. Vimos diversos filmes, consumimos inúmeras pipocas e incontáveis [e indispensáveis] chocolates! Discutimos, divergimos, nos estressamos, brigamos. Mas nos acarinhamos e nos comprometemos mais em cada uma das pazes que fizemos e trocamos juras e beijinhos a todo momento.

Já fizemos as tais Bodas de Papel do primeiro ano, de Algodão do 2º, de Couro do 3º, de Flores, Frutas do 4º e agora estamos quase nas Bodas de Madeira - que é como denominaram [quem denomina?] a celebração dos 5 anos. Pois é!

Mas mais do que isso, nós já fizemos muita coisa um pelo outro e saber disso mexe muito comigo. Foi ele quem me deu a mão nos mais ferozes dos meus últimos anos e foi ele quem eu beijei enlouquecida para comemorar quando as coisas deram certo. Ele que me buscou no parada de ônibus naquele dia horrível de chuva com uma sombrinha, ele que me amparou nas vezes em que eu bebi além da conta, ele que me emprestou grana quando eu estive falida, ele que me cuidou quando fiz cirurgias e quando fiquei doente. Ele que me fez entender nas vezes que fiz coisa errada. Ele que se comprometeu comigo desde o início, quando eu era só uma guriazinha sonhadora do interior com a faculdade de PP trancada e cheia de medinhos e medões.

Ele é o cara que mais me conhece nesse mundo! Foi ele que acompanhou todas as minhas transições de menina pra mulher. E agora, me dá um baita orgulho por saber que a minha última transição está se completando e que ele está feliz por mim e de novo - como em todas as vezes - está me apoiando e ajudando.

O Gu é esse cara incrível que descrevi. É esse baita homem que mora atrás daquele jeito de guri. É quem eu amo e sempre vou amar. É com quem estou prestes a completar 5 anos de vida junto! É com quem vou morar no próximo mês. É com quem QUERO e VOU passar o resto da minha vida.

Muitos cinco se multiplicarão. E juntos nós continuaremos, aproveitando o sol e buscando abrigo nas chuvaradas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

"Quem ama NÃO sente ciúmes''

*Também  li o texto a seguir no Nem Lolita Nem Balzaca e resolvi compartilhar aqui no Dulce, em razão do seu teor polêmico. Haha! Quem escreve é do jornalista Diego Adami, do blog Tela Plana.  Acompanhem:

Todo mundo vive falando que amor e paixão são coisas completamente diferentes, não é?  A diferença entre os dois sentimentos, e como o cérebro processa cada um deles, é o tema da palestra do médico Martin Portner no encontro de hoje do Café Filosófico RGE, em Caxias. De acordo com o especialista em neurologia, é bem simples distinguir. Para o cérebro, a paixão vem acompanhada de muitos sintomas físicos:

- Imagina uma pessoa pensando no ser amado, que não pode estar presente. Tem aumento dos batimentos do coração, as mãos frias, uma preocupação excessiva. Isso não existe no sentimento do amor - explica o médico.

A explicação baseia-se num estudo da antropóloga norte-americana Helen Fischer, autora do livro Why We Love (Por que Amamos). Segundo ela, quando estamos apaixonados é como se ficássemos um pouco doentes. Já o amor seria um estágio mais avançado, algo como uma recuperação da doença.

É por isso que Portner não concorda com a afirmação de que ''quem ama sente ciúmes''.

- Quem se apaixona sente ciúmes e junto da paixão tem um sentimento de posse. O amor abre mão disso. Se não abrir, ainda não é amor. Amor é mais a questão da individualidade, respeitar o espaço do outro. O amor que você ganha é do mesmo tamanho que você dá.

E, segundo o especialista, é possível amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Dá pra acreditar?

- O amor é um sentimento que é um guarda-chuva e debaixo dele cabe muita gente. É perfeitamente possível que se ame mais de um parceiro. O que muda são as características da relação. Eu posso amar uma porque é mais simpática, outra por ser bonita e ter atrativos físicos, outra por causa do sexo. E não quer dizer que eu ame uma mais do que outra. Há apenas uma mudança nas cores de cada uma - afirma o especialista, que, aos 56 anos, está no quarto casamento.

Hum... tá. Sei não, hein! 

E vocês, leitorinhos? O que acham?

Sutiãs de pin-up

Li no Nem Lolita Nem Balzaca que a onda - pelo menos em parte da Europa - são os sutiãs pontudos, aqueles das pin-ups, lembra?

Pra quem não lembra, basta imaginar alguma imagem de Marilyn Monroe, que eternizou esse tipo de lingerie. Ou em Madonna arrasando nos anos 1980 com um sutiã cônico desenhado por Jean Paul Gaultier.

Segundo essa matéria do Daily Mail, ele está voltando à moda, movido pela vontade de celebrar as curvas femininas. E também contrapõe-se ao padrão de modelos magérrimas da passarelas, aproximando-se de mulheres ''de verdade'' como Dita Von Teese.

Hum... Não sei se essa moda vai pegar por aqui... meio esquisitinho não é não?!

Se bem que, é fatoooo, que uma boa lingerie faz toda a diferença né.